o fantástico dos / objectos mais reais
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Quem não se lembra dos caça-fantasmas? Nos anos 1980 foram das personagens mais populares do cinema, com uma das bandas sonoras que ficou no ouvido de todos os fãs, e podem estar de regresso às salas de cinema em 2012, de acordo com as previsões da Sony. Para já Dan Aykroyd, um dos actores que participou nos dois filmes, veio admitir à Variety que vai ser um dos responsáveis pelo argumento de um terceiro filme da saga, com a ajuda de Harold Ramis, outro dos protagonistas. O actor não divulgou muitos pormenores sobre o enredo, mas adiantou que vai girar à volta da sucessão dos Caça-Fantasmas, ou seja, espera-se o aparecimento de uma nova geração de caçadores de fantasmas nas ruas de Nova Iorque.
Oito anos depois de «Esquece Tudo o que te Disse» António Ferreira regressou às longas metragens com «Embargo». Baseado num conto de José Saramago, o filme segue as desventuras de Nuno (Filipe Costa), o inventor de um digitalizador de pés com o qual acredita irá revolucionar a indústria do calçado e fazer fortuna. Mas um embargo petrolífero e vários azares pelo caminho acabam por deitar por terra as suas ambições e tudo à sua volta se começa a desmoronar, incluindo o emprego numa roulotte de bifanas e a compaixão da família, que começa a ficar farto das suas utopias.
Se uma imagem vale mais do que mil palavras, filmes como «Crepúsculo dos Deuses» são indescritíveis e são quase obrigatórios para quem gosta de Cinema com C maiúsculo. Realizado por Billy Wilder em 1950 é uma das obras de arte do cinema norte-americano que se debruçam sobre a própria história de Hollywood, nomeadamente abordando os efeitos da transição do período mudo para o sonoro.
O próximo capítulo da saga de Jason Bourne, o quarto da série, vai ser realizado por Tony Gilroy. O autor dos três primeiros argumentos do franchise e realizador de «Michael Clayton» substitui Paul Greengrass, que se afastou de «The Bourne Legacy», o nome da nova aventura, no início do ano. Este afastamento inesperado de Greengrass chegou mesmo a colocar o projecto em causa, pois na altura o protagonista Matt Damon chegou a afirmar à revista Empire que não sabia se ia entrar no filme sem a presença daquele realizador.
De vez em quando surgem novos projectos de musicais baseados na música de grandes bandas. Os mais recentes foram que alcançaram algum sucesso foram «Mamma Mia», com música dos Abba, ou «Across The Universe», com canções dos Beatles. Um dos próximos vai ser dedicado aos Beach Boys, a banda norte-americana dos anos 1960 que alavancou o chamado surf rock, com êxitos como «Barbara Ann», «Help Me Rhonda» ou «Surfin' USA». O filme vai ser produzido pela Fox 2000 e tal como nos exemplos anteriores, a música será pretexto para ligar a acção do argumento. Na produção vão também estar John Samos, Craig Zadan e Neil Meron, que já produziram uma série de TV sobre a carreira dos Beach Boys. Caso se estreie em 2011, o filme coincidirá com os 50 anos da banda. Para os fãs da banda, aí fica uma recordação: «Wouldn't It Be Nice».
«The Majestic» é daqueles filmes que ajudam a provar que Jim Carrey é um grande actor em papéis dramáticos. A terceira obra de Frank Darabont, que se estreou com o magnífico «Os Condenados de Shawshank» em 1994, relata um período negro da história dos EUA que acabou por afectar Hollywood: a perseguição aos comunistas liderada pelo senador McCarthy, episódio que ficou conhecido como a caça às bruxas.
Não é muito comum ver um filme das Filipinas chegar ao circuito comercial, daí causar alguma estranheza ver «Lola», de Brillante Mendoza, no grande ecrã. Tal como várias cinematografias asiáticas, não se trata de um filme fácil de apreender para quem não conhece a cultura local. Em «Lola» ficamos a conhecer a história de duas idosas cujo destino se cruza por uma tragédia. Uma é avó de um homem que foi esfaqueado durante o assalto e a outra é avó do autor do crime.
Antes de passar a noite no Motel X tive oportunidade de ver outro filme de terror, mas com uma pitada de ficção científica: «O Último Vampiro», uma das estreias desta semana, realizada e escrita pelos irmãos Spierig. Ao contrário de «F» este não tem nada a ver com os dias de hoje ou com realismo, pois o argumento tem lugar num futuro próximo (2019) onde os vampiros representam a maioria da população mundial e a procura por sangue humano, ou um substituto, é a missão de Edward Dalton (Ethan Hawke), um cientista que trabalha para uma grande empresa dominada por Charles Bromley (Sam Neill).
Não sou grande habitué do Motel X, até porque os filmes de terror não são o meu género favorito, salvo algumas excepções. Mas geralmente todos os anos tento ir a uma sessão deste festival de cinema. Desta vez calhou ir ver «F», do britânico Johannes Roberts, e tive a possibilidade de assistir a um grande filme.
Esta semana está a ser negra para Hollywood, com uma morte por dia. Começou com Sally Menke, editora responsável pelas montagens dos filmes de Quentin Tarantino. Ontem foi anunciado o falecimento de Arthur Penn, realizador de, entre outros filmes, «Bonnie & Clyde». Hoje chegou a notícia da morte de Tony Curtis, aos 85 anos. Pai da actriz Jamie Lee Curtis, o actor ficou conhecido nos anos 1950 e 1960, com a participação em diversas comédias, com destaque para o clássico «Quanto Mais Quente Melhor», realizado por Billy Wilder e onde contracenou com Marilyn Monroe e Jack Lemmon. Ao longo da sua carreira, iniciada em 1949,participou em filmes de outros grandes autores como Stanley Kubrick («Spartacus»), Anthony Mann («Winchester '73»), Alexander Mackendrick («Mentira Maldita») ou John Huston («As Cinco Caras do Assassino»). Em 1958 foi nomeado para o Óscar para Melhor Actor Principal pelo seu papel em «Os Audaciosos», de Stanley Kramer. Nos últimos anos a sua presença no grande ecrã era mais escassa, tendo as preferências de Curtis passado para a pintura. As causas da morte deste ícone de Hollywood não foram ainda divulgadas.
Morreu Arthur Penn, o realizador norte-americano que imortalizou no grande ecrã a história de Bonnie e Clyde, um dos grandes clássicos dos anos 1960 e que foi considerado um dos principais filmes a alavancar a revolução em Hollywood que veio trazer a geração dos chamados movie brats na década seguinte. Além de ter uma grande carreira na Sétima Arte, Arthur Penn teve também uma carreira de relevo no teatro e na televisão. Os seus últimos trabalhos atrás das câmaras foram feitos precisamente para o pequeno ecrã. Um excelente obituário sobre a sua carreira pode ser lido neste artigo do New York Times.
Já está a circular o trailer do próximo filme realizado pelos irmãos Coen. «True Gift» é um remake do western homónimo realizado por Henry Hathaway em 1969 e que deu o único Óscar de Melhor Actor a John Wayne. Por cá este filme recebeu o título de «Velha Raposa». A história da longa metragem é a de uma rapariga de 14 anos que tenta vingar a morte do pai com a ajuda de dois pistoleiros. O elenco da versão dos Coen conta com Jeff Bridges, no papel que coube a John Wayne no filme original, e com nomes como Matt Damon, Josh Brolin, Hailee Steinfeld e Barry Pepper. Com estreia marcada para o próximo dia 25 de Dezembro, esta é o mais recente remake levado a cabo pela dupla de irmãos, depois de ter realizado «O Quinteto da Morte» em 2004.
Depois do Homem do Bussaco é a vez de Renato Alexandre promover a chegada às salas de «Embargo», o novo filme de António Ferreira, com estreia marcada para o próximo dia 30 de Setembro. Tal como no vídeo anterior, a personagem principal do filme volta a pedir indicações para chegar a Coimbra.
Em 1976 já Sean Connery tinha deixado de parte o smoking de James Bond há cinco anos, apesar de ter regressado em 1983 à personagem que lhe deu fama. Foi nesse ano que o actor escocês também encarnou uma outra personagem britânica mítica: Robin Hood. Em «A Flecha e a Rosa» Richard Lester conta-nos a história de Robin do ponto de vista da sua relação amorosa com Lady Marian, papel que coube a Audrey Hepburn interpretar.
O cinema soviético do período mudo é sobretudo conhecido por grandiosos filmes de propaganda que relatam os episódios da Revolução Russa. Sergei Eisenstein é o nome mais conhecido dessa geração, mas há muitos nomes que a integraram e que não são tão conhecidos nos dias de hoje. Inclusive alguns fizeram comédias. Um desses exemplos de comédias é «A Casa da Praça Trubnaia», de Boris Barnet. Tal como os filmes dos seus companheiros da altura, este é um filme de propaganda onde se exaltam os valores da sociedade soviética e os inimigos são os burgueses.
Noah Baumbach faz parte de uma nova vaga de realizadores de uma certa área mais alternativa ao mainstream, onde também se inscreve Wes Anderson com quem tem vindo a colaborar. Ambos filmam histórias passadas no presente mas que pertencem a um imaginário mais retro, muito por culpa dos cenários e alguma estética que utilizam. «Greenberg», protagonizado por Ben Stiller, foi o mais recente filme de Baumbach a estrear por cá.
«Tudo Bons Rapazes», um dos melhores filmes de Martin Scorcese, poderá vir a ser adaptado numa série de televisão. Segundo o site Deadline, o projecto deverá contar com a participação de Nicholas Pileggi, o autor do argumento e do livro que deu origem ao filme protagonizado por Ray Liotta, Robert De Niro e Joe Pesci, que irá ser responsável pela escrita do argumento do episódio-piloto. Quanto ao envolvimento de Scorcese, que ainda recentemente realizou o piloto de «Boardwalk Empire», série que é vista como a sucessora de Sopranos, ainda não se conhecem pormenores.
A Pixar divulgou agora mesmo, via Facebook, a primeira imagem da próxima longa metragem dos estúdios de animação que criaram os heróis de Toy Story. Trata-se do logótipo de «Brave», que tem data de estreia prevista para 15 de Junho de 2012 e terá como protagonistas já confirmados Reese Witherspoon, Billy Connolly, Emma Thompson e Julie Walters. A realização ficará a cargo de Brenda Chapman, que realizou «O Príncipe do Egipto» em 1998 e esteve envolvida no argumento de «Carros».
A crise do mítico estúdio MGM não é novidade e há já algum tempo que se fala na sua venda. Agora parece que surgiu um possível comprador. Segundo vários Media norte-americanos, o gigante grupo empresarial indiano Sahara India Pariwar, que tem interesses em várias áreas, mas ainda não está no cinema, estará disposto a apresentar uma proposta de 2 mil milhões de dólares, qualquer coisa como 1.500 milhões de euros, pelo estúdio.
A colecção de arte de Dennis Hopper, o actor e realizador norte-americano falecido no passado mês de Maio com 74 anos vítima de cancro, vai ser leiloada. O leilão vai ter lugar na Christie's de Nova Iorque, que vai vender cerca de 200 obras, de artistas como Jean-Michel Basquiat, Robert Rauschenberg, Wallace Berman, Bruce Conner, Keith Haring, Marcel Duchamp e Julian Schnabel. No acervo encontra-se ainda um retrato do actor da autoria de Andy Warhol, pintado em 1971.
Terminou ontem mais uma edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto. Não sendo um dos grandes festivais de cinema do mundo, o festival canadiano tem vindo a ganhar algum protagonismo ao longo dos últimos anos.
«Eterno Solteirão» sofre de um mal, que apesar de não ter nada a ver com cinema, bastante comum nas traduções dos títulos em Portugal. Quem olhar para o título dado pela distribuidora ao filme, que no original é «Solitary Man» (homem solitário, em português), pensa que estamos perante mais uma comédia romântica e o espectador corre o risco de se afastar, não sabendo ao que vai. Mas este filme de Brian Koppelman e David Levien tem muito pouco de comédia.
O Homem do Bussaco, personagem do universo Bruno Aleixo, foi 'contratado' para promover o filme «Embargo», a mais recente longa metragem de António Ferreira, o seu regresso às longas depois de «Esquece Tudo o que te Disse», que chega aos cinemas no próximo dia 30 de Setembro. Nesta espécie de trailer o Homem do Bussaco dá indicações à personagem principal de «Embargo» para chegar a Coimbra.
O produtor Paulo Branco já tinha dito que este seria uma das melhores edições do Estoril Film Festival e as primeiras informações divulgadas apresentam um programa que parece acertar em cheio. No campo das retrospectivas, o certame vai fazer uma revisão da obra de Kathryn Bigelow e Elia Suleiman, este já com presença garantida. Na secção das homenagens o destaque deste ano vai para os nomes de Roman Polanski, Vincent Gallo, Chris Marker, Marisa Paredes e Koji Wakamatsu.
O realizador francês Jean Renoir vai ser alvo de uma «grande retrospectiva» na próxima edição do Fantasporto, que se realizará entre 21 de Fevereiro e 6 de Março de 2011. A iniciativa vai contar com a parceria da Embaixada de França. Além da retrospectiva dedicada ao autor gaulês, a edição de 2011 do Fantas terá como principais novidades uma competição e dois novos prémios para o cinema português.
Realiza-se hoje no Porto um encontro de Blogues de Cinema que pretende ser o primeiro de muitos a organizar pela comunidade de bloggers cinematográficos de Portugal. A iniciativa de hoje decorre no Festival Black & White e terá lugar pelas 18h30. Confirmada está a presença dos blogues AnteCinema, na condição de organizador, e Antestreia, Cinema Is My Life, Laxante Cultural e Split Screen.
Se há uma palavra para descrever «Líbano» essa palavra é sufoco. A estreia do israelita Samuel Maoz na ficção, depois do documentário «Total Eclipse» de 2000, é um filme brutal e claustrofóbico, que consegue a proeza de colocar literalmente o espectador dentro da acção e sentir o que sentem as personagens. O cenário de «Líbano» é apenas um: um tanque de guerra de uma unidade de jovens israelitas que é chamada a participar numa missão durante o início da primeira guerra do Líbano, em Junho de 1982.
Esta é a primeira crítica de uma série que pretendo dedicar ao IndieLisboa, o festival de cinema independente de Lisboa, que arrancou ontem e decorre até 2 de Maio. Vou tentar aqui apresentar críticas a todos, ou quase todos, os filmes que tenciono assistir.
A presença de «Um Sonho Possível» na lista dos candidatos ao Óscar para melhor filme foi uma das surpresas da última edição dos prémios. Confesso que eu também fiquei um bocado surpreendido na altura, mas ao ver o filme que deu o Óscar de Melhor Actriz a Sandra Bulock percebi em parte o porquê. Não é um grande filme mas tem um factor muito importante: uma boa história simples e feita a pensar no grande público sobretudo oriundo dos EUA.
Há já muito tempo que não me ria tanto tempo numa sala de cinema. Pelo menos que me lembre. Tudo a propósito deste «Que Se Passa Doutor?» um dos primeiros filmes realizados por Peter Bogdanovich, logo a seguir aos muito recomendáveis «Realizado Por John Ford» e «A Última Sessão». E mesmo tendo no elenco Barbra Streisand este filme é uma daquelas comédias memoráveis que partindo de uma situação simples se transforma numa autêntica balbúrdia, metendo ao barulho ladrões de jóias, documentos ultra-secretos do governo dos EUA, mafiosos e...um professor de música que apenas queria ganhar uma bolsa para estudar uma teoria que envolve música e rochas.
Para o meu regresso nada melhor do que um texto sobre um dos filmes que mais gostei de ver nos últimos tempos. Falo de «Um Lugar Para Viver» o mais recente de Sam Mendes, cineasta que não me tem defraudado e de cuja obra apenas me falta ver «Caminho Para a Perdição». Dez anos depois da sua estreia com o muito recomendável «Beleza Americana», Sam Mendes brinda-nos com uma bela história de um jovem casal no início dos 30 anos, com poucas perspectivas de futuro, que se vê a braços com uma gravidez inesperada. O que nós vamos vendo é o percurso deste estranho par - o aluado Burt Farlander (John Krasinski) e a sua amada com os pés mais assentes na terra Verona De Tessant (Maya Rudolph) - à procura de um rumo para as suas vidas.
Todo o fã de cinema sabe que muito raramente a sequela é melhor do que o original. Exemplos não faltarão e podia dedicar um post a este tema. Por isso não deposito grandes esperanças neste meu regresso. Assim como resolvi publicar o 'último' post a 1 de Março, resolvi agora voltar porque fiquei com pena de ter acabado um projecto que tanto acarinhei. Este período de reflexão levou-me também a constatar que escrever, ainda para mais sobre um tema que gosto, serve um pouco de escape para alguns dias que correm menos bem.
Para esta semana a banda sonora é Schizophrenia, dos Sonic Youth, banda nova-iorquina que anunciou dois concertos em Portugal nos Coliseus de Lisboa e Porto, a 22 e 23 de Abril respectivamente. Uma das bandas rock puro e duro que influenciou nomes como os Nirvana, com quem chegaram a fazer uma digressão antes do grupo de Kurt Cobain se transformar no mito que foi. E é também das poucas bandas que se aguentou ao longo dos anos sem se notar as rugas. Uma prova que o bom rock não tem idade.
«Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar» é um filme peculiar e não estou a falar apenas do nome. Se no genérico não estivesse escrito realizado por Grant Heslov, eu era capaz de jurar que era um filme de Spike Jonze. Baseado numa história verídica, este filme conta a história de Bob Wilton (Ewan McGregor) um jornalista norte-americano de um jornal regional que para provar o seu valor parte para o Iraque em busca da reportagem da sua vida.
Todos os anos sai um filme de Woody Allen. Já é uma tradição como o Natal. Apesar de chegar a Portugal sempre com uns meses de atraso, o importante é que ainda vai chegando. No caso de «Tudo Pode Dar Certo» é um regresso do realizador à sua cidade de sempre: Nova Iorque. Depois das suas andanças por Londres e Barcelona Woody Allen regressa ao seu habitat natural e regressa também às grandes comédias que nos habituou no início de carreira.
Juntando duas super estrelas do cinema francês actual - Jean Reno e Vicent Cassel - «Os Crimes dos Rios de Púrpura» é uma boa surpresa. É um thriller que tem lugar numa vila remota onde uma sinistra universidade parece ser o centro de tudo. É precisamente na Universidade de Guernon, que tem um código de regras bastante especifico que dita que os professores devem casar e ter filhos entre si, que começam a surgir algumas mortes estranhas.
A banda sonora desta semana é «Cornerstone» dos britânicos Arctic Monkeys, banda que regressa a Portugal para promover o último album «Humburg», com concertos em Lisboa e no Porto. Ao terceiro album de estúdio os jovens britânicos, um dos primeiros fenómenos a sair da rede social MySpace, onde recolheram apoio antes de se lançarem em grandes voos, os Arctic Monkeys entraram em novas sonoridades, inspiradas no deserto da Califórnia onde foram gravar com a ajuda de Josh Homme.