quarta-feira, 27 de julho de 2011

Um filme, vários posters: Halloween: O Regresso do Mal, de John Carpenter (1978)

Bélgica

Canadá

EUA

EUA

EUA

EUA

Itália

Ex-Jugoslávia


Reino Unido

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Banda Sonora: Kooks, de David Bowie


«Kooks», de David Bowie - Banda Sonora de «Hanna», de Joe Wright

domingo, 24 de julho de 2011

Belle du jour: Jennifer Jones

Jennifer Jones em «Madame Bovary», de Vincente Minneli

sábado, 23 de julho de 2011

Maus como as cobras: Peter Banat

Peter Banat (Jack Moss), em «A Jornada do Medo», de Norman Foster e Orson Welles (não creditado)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Frase(s) que marcam um filme: Os Grandes Aldrabões, de Leo McCarey (1933)

Rufus T. Firefly: You're a brave man. Go and break through the lines. And remember, while you're out there risking your life and limb through shot and shell, we'll be in be in here thinking what a sucker you are.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Em Cartaz: Semana 21/07/2011

Insidioso, de James Wan
Os Pinguins do Sr. Popper, de Mark Waters
A Conspiradora, de Robert Redford

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Um filme, vários posters: Batman, de Tim Burton (1989)

Bélgica

Espanha

EUA

EUA

EUA


Japão


Reino Unido

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Banda Sonora: Glory Box, de Portishead

«Glory Box», de Portishead - Banda Sonora de «O Senhor da Guerra», de Andrew Niccol

domingo, 17 de julho de 2011

Belle du jour: Adélaïde Leroux

Adélaïde Leroux em «Flandres», de Bruno Dumont

sábado, 16 de julho de 2011

Maus como as cobras: Little Bill Daggett

Little Bill Daggett (Gene Hackman), em «Imperdoável», de Clint Eastwood

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Frase(s) que marcam um filme: Os Fugitivos de Alcatraz, de Donald Siegel (1979)

Charley Butts: I turned 35 today. Some birthday! When's your birthday?
Frank Morris: I don't know.
Charley Butts: Geez, what kind of childhood did you have?
Frank Morris: Short.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Um filme, vários posters: Em Bruges, de Martin McDonagh (2008)

Argentina

Coreia do Sul

Dinamarca

França

Lituânia

República Checa

Rússia

Taiwan

terça-feira, 12 de julho de 2011

Larry Crowne, de Tom Hanks (2011)

Tirando uma ou outra participação em séries televisivas, a carreira de Tom Hanks como realizador saldou-se em apenas dois filmes para o grande ecrã: «Tudo Por um Sonho», uma história engraçada de uma banda de rock and roll dos anos 1960, realizada em 1996, e «Larry Crowne», estreada este ano. O género é quase o mesmo, uma comédia levezinha. Mas desta vez trata-se de uma comédia romântica um pouco mais séria do que é costume neste tipo de filmes. Tudo porque a personagem principal, Larry Crowne (Tom Hanks), é logo despedida no início do filme com a justificação de que não tem qualificações suficientes para progredir na carreira. Ao despedimento juntam-se as dívidas ao banco e temos então um filme sobre os efeitos da crise.

Estes contratempos levam Larry a repensar a sua vida e arrisca ir para a universidade onde não só faz novos amigos, muito mais novos do que ele, mas também se apaixona pela professora Tainot (Julia Roberts). O problema de «Larry Crowne», que não deixa de ser um filme simpático, reside no facto de ter tudo no sítio. Não há nada ao longo do filme que não seja esperado. Mesmo assim consegue estar muitos furos acima das comédias românticas que têm estreado nos últimos tempos e é um óptimo filme para passar um bom bocado, com dois grandes actores no elenco. Quanto à carreira de Tom Hanks, penso que fica melhor à frente das câmaras do que sentado na cadeira de realizador.

Nota: 3/5

Site oficial do filme

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Carancho - Abutres, de Pablo Trapero (2010)

Na América Latina a Argentina tem-nos trazido alguns bons cineastas ao longo dos últimos anos. Pablo Trapero é um dos nomes que tem dado nas vistas e o reconhecimento é merecido. Com «Carancho - Abutres», o seu mais recente filme, entramos numa realidade bastante crua que nos dá voltas e mais voltas ao estômago. Esta é uma história de amor improvável entre Luján (Martina Gusman), uma jovem médica em início de carreira, e Sosa (Ricardo Darín), um advogado especializado em extorquir dinheiro às seguradoras das vítimas de acidentes de viação, sendo que grande parte da indemnização vai parar aos cofres da empresa com quem trabalha e não aos bolsos das famílias das vítimas.

É no meio deste universo de trapaças e artimanhas que se movem as duas personagens principais, fartas daquele mundo e sempre à espera de uma oportunidade de escaparem de algo que não aguentam mais, com duas interpretações muito boas. Se Ricardo Darín já provou que é um grande actor, Martina Gusman foi uma revelação, pois não tendo o mesmo currículo do seu companheiro, consegue estar à altura. E ambos estão acompanhados de excelentes secundários.

A história, que nos mostra uma realidade pouco conhecida e bastante dura, também está bem conseguida e Pablo Trapero, ao recorrer muitas vezes à câmara na mão, consegue levar-nos para dentro deste 'inferno' de forma bastante eficaz. Pena o final ser um pouco previsível e algumas falhas na caracterização (por vezes as personagens estão feridas e nas cenas seguintes isso já não acontece, o que é um problema quando esses ferimentos são na cara e se vêem à distância), pois este é poderia ser um filme melhor vindo da Argentina, que nos tem dado a conhecer nomes como Lisandro Alonso ou Lucrecia Martel. O que tem sido feito no país das pampas merece maior visibilidade.

Nota: 4/5

Site oficial do filme

Banda Sonora: Modern Man, de Arcade Fire

«Modern Man», de Arcade Fire - Banda Sonora de «Scenes From The Suburbs», de Spike Jonze

domingo, 10 de julho de 2011

Eleição 2, de Johnnie To (2006)

(crítica com spoilers para quem não viu o primeiro filme da série)
Dois anos depois dos eventos relatados no primeiro «Eleição», os membros da tríade Wo Shing começam os preparativos para elegerem um novo líder. Durante o período de liderança de Lok (Simon Yam) a tríade prosperou e quando o encontramos desta vez Lok tem um encontro com os seus cinco afilhados onde se prepara para a eleição. Uma vez mais, aqui o centro está nos jogos de bastidores e não na acção propriamente dita, apesar de este elemento estar mais presente do que no primeiro episódio da série.

Depois de afastar Big D no final do primeiro filme, Lok agora tem um novo rival com quem lidar para chegar à reeleição, que não é bem vista. Trata-se de Jimmy (Louis Koo), protegido de um dos anciãos que apesar das ligações à tríade não quer ser gangster, mas antes continuar a ser um homem de negócios na China, onde fez fortuna. Este empresário já tinha sido uma personagem secundária em «Eleição», mas aqui tem todo o protagonismo. Apesar de inicialmente se mostrar relutante em tentar ser eleito, um conjunto de eventos acabam por empurrá-lo para esse caminho.

«Eleição 2» vai um pouco mais longe do que o filme anterior. Aqui há uma maior abordagem a várias questões, desde a lealdade entre os gangsters aos valores tradicionais destes clãs que caminham sempre fora da lei governamental, mas coexistindo. E tem mais cenas que aprofundam a natureza das personagens. A forma como Jimmy vai evoluindo ao longo do filme e começa a adoptar comportamentos um pouco mais sombrios do que os que são esperados de um jovem que apenas quer ser um homem de negócios, fruto das circunstâncias, é um dos pontos fortes do filme. E uma vez mais, a forma como está filmado mostra a mestria de Johnnie To em todo o seu esplendor.

Na altura da estreia este díptico chegou a ser considerado como o equivalente ao «Padrinho» de Hong Kong. Penso que a comparação é um pouco exagerada, apesar dos pontos em comum que as duas sagas possam ter.

Nota: 3/5

Site do filme no IMDB

Eleição, de Johnnie To (2005)

Johnnie To é um daqueles realizadores que não se percebe porque nunca teve direito a uma simples estreia em sala. Com mais de 50 filmes realizados em três décadas de carreira, foi preciso surgir o festival IndieLisboa para merecer algum destaque. Mesmo assim não foi suficiente para que começassem a estrear os seus filmes. O díptico «Eleição», de 2005 e 2006, chegou a estar comprado, mas a distribuidora resolveu lançá-lo em DVD duplo. Mesmo não sendo do melhor que To tem feito, merecia ter uma maior visibilidade.

O primeiro capítulo relata a eleição do novo líder da tríade Wo Shing, uma das mais poderosas de Hong Kong. Apesar de a escolha dos membros do grupo ter incidido em Lok (Simon Yam), um gangster mais calmo e que não levanta muitas ondas, o seu rival Big D (Tony Leung Ka Fai), que fez todos os esforços para tentar comprar os votos que lhe dariam a liderança da tríade, não gosta do resultado e começa uma guerra entre as duas facções. No centro desta guerra está também um bastão, que simboliza a liderança dos Wo Shing, e vai ser procurado pelos dois grupos de gangsters.

Tal como muitos dos filmes de Johnnie To, apesar de serem filmes de gangsters, não são filmes de acção típicos de Hong Kong. E «Eleição» encaixa na perfeição neste género muito próprio do realizador. Quem vier à procura de tiros e cenas de acção com mirabolantes, sai desiludido. Apesar de as haver noutros filmes de To, como no fantástico «Exiled», neste caso não isso não sucede. O enfoque dá-se nos jogos de bastidores e na eliminação de adversários entre os dois rivais, que acaba quase sempre num banho de sangue. Apesar de ser um bom retrato das tríades e das relações entre os diferentes grupos que nascem neste universo, poderia ter ido um bocado mais longe. Mas «Eleição» é um bom filme de um realizador que vale a pena descobrir, para quem não conhece, ou para aprofundar, quem conhece. Sobretudo porque é um dos realizadores contemporâneos que melhores planos consegue apresentar.

Nota: 3/5

Site do filme no IMDB

Belle du Jour: Paula Prentiss

Paula Prentiss em «O Desporto Favorito dos Homens», de Howard Hawks

sábado, 9 de julho de 2011

X-Men 2, de Bryan Singer (2003)

Três anos depois do bem sucedido «X-Men», Bryan Singer voltou a pôr mãos na massa e pegou mais um vez no universo dos mutantes X-Men com um excelente resultado, fazendo aquilo que muitos não conseguem: uma sequela melhor do que o original. Os bons resultados do primeiro episódio talvez tenham ajudado e com um orçamento maior, o que se nota sobretudo a nível dos efeitos especiais e nalguns cenários mais bem conseguidos, o realizador fez de «X-Men 2» uma continuação da saga dos pupilos de Charles Xavier à altura do que era esperado.

Tudo começa com uma tentativa de assassinato do presidente dos EUA pelo mutante Kurt Wagner (Alan Cumming), ou Nightcrawler para os fãs da série, numa das melhores cenas do filme, que serve para aguçar o apetite. Este incidente leva William Stryker (Brian Cox), um velho conhecido do Professor Xavier (Patrick Stewart) e do seu arqui-inimigo Magneto (Ian McKellen), a convencer a Casa Branca a atacar os mutantes. Mas, como sempre, há planos ainda mais maquiavélicos por detrás das 'boas intenções' de Stryker.

Se um dos pontos fortes do primeiro «X-Men» era o argumento, desta vez o argumento está muito melhor, com um maior aprofundamento da história do passado de algumas personagens principais e uma maior presença dos secundários, nomeadamente os três jovens estudantes da escola de Xavier, que participam mais activamente no desenrolar da história: Rogue (Anna Paquin), Iceman (Shawn Ashmore) e Pyro (Aaron Stanford).

A interpretação melhorou claramente, mostrando que os actores desta vez se sentiram melhor na pele das personagens. Aqui a grande diferença que se nota é na prestação de Hugh Jackman no seu Wolverine. Se no primeiro o actor tinha apenas a imagem do mutante, mas parecia pouco à vontade, desta vez ele conseguiu de facto ser Wolverine. Também o surgimento de novas personagens, como Nightcrawler, foi uma aposta ganha. Ou como disse, e com muita razão, um dos comentadores do texto aqui escrito na semana passada sobre «X-Men», «viu-se o que Singer consegue fazer com mais dinheiro». E por este lado aumenta a expectativa para ver os restantes filmes da série.

Nota: 4/5

Site do filme no IMDB

Maus como as cobras: Frank Begbie

Frank Begbie (Robert Carlyle), em «Trainspotting», de Danny Boyle

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Frase(s) que marcam um filme: Ou Tudo ou Nada, de Peter Cattaneo (1997)

Horse: No-one said anything to me about the full monty!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Em Cartaz: Semana 07/07/2011

Carros 2, de John Lasseter e Brad Lewis
Larry Crowne, de Tom Hanks
Abutres, de Pablo Trapero
Hanna, de Joe Wright

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Um filme, vários posters: Duas Horas da Vida de Uma Mulher, de Agnès Varda (1962)

Checoslováquia

Checoslováquia

Espanha

França

França

Hungria


Polónia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Banda Sonora: Somebody Super Like You, de The Undead

«Somebody Super Like You», de The Undead - Banda Sonora de «Fantasma do Paraíso», de Brian De Palma

domingo, 3 de julho de 2011

Vamos levar «José e Pilar» aos Óscares

É esta a proposta que partiu do blogue «Split Screen» ao lançar uma petição pública on-line para levar o documentário «José e Pilar», de Miguel Gonçalves Mendes, a ser a escolha do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) para ser o próximo candidato português ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Além da petição em si, o blogue está a iniciar também uma campanha para divulgar esta iniciativa em várias vertentes, nomeadamente num blogue dedicado à causa e no Facebook, onde o objectivo será debater a validade da escolha.

No Split Screen lê-se que «este é um movimento independente, de fãs e admiradores do filme, que têm particular confiança e respeito pelo seu potencial, que se sente verdadeiramente comovido pela sua imensa força emocional, humanista, motivadora».

Assinem e divulguem, pois o sucesso desta iniciativa vai depender muito do passa a palavra. Mais informações nos seguintes links:

Petição "José e Pilar aos Óscares"
Blogue "José e Pilar aos Óscares"
Facebook "José e Pilar aos Óscares"
Twitter "Petição José e Pilar"
Email da iniciativa: joseepilaraososcares@gmail.com
Facebook: José e Pilar
Sítio: José e Pilar

Belle du Jour: Anna Maria Alberghetti

Anna Maria Alberghetti em «Cinderelo dos Pés Grandes», de Frank Tashlin

sábado, 2 de julho de 2011

A Última Sessão fora de portas: Tertúlia de Cinema

«A Última Sessão» voltou a participar em mais uma iniciativa promovida na blogosfera. Desta vez a participação faz parte da iniciativa «Tertúlia de Cinema», um blogue de cinema criado pelos membros de um grupo de cinéfilos no Facebook onde o objectivo é divulgar e debater filmes sobre um determinado tema por mês. Apesar de ter sido criada por um grupo restrito, todos os amantes da Sétima Arte são convidados a participar e comentar as propostas apresentadas.

Depois do Cinema Noir, Terror Italiano, Nouvelle Vague e Samuel Fuller, neste mês o tema escolhido foi o Cinema Brasileiro. As propostas foram apresentadas por Paulo Soares («Limite», de Mario Peixoto), Danilo Donzelli Alves, do blogue «A falha de Obi-Wan» («Deus e o Diabo na Terra do Sol», de Glauber Rocha) e por mim («Macunaíma», de Joaquim Pedro de Andrade), a quem coube a tarefa de encerrar o ciclo.

Espero que gostem das propostas e aproveito para vos convidar a participar e comentar neste ciclo e nos próximos organizados pela «Tertúlia de Cinema».

X-Men, de Bryan Singer (2000)

Se nos dias que correm estão a estrear inúmeros filmes baseados em super-heróis de banda desenhada, «X-Men» de Bryan Singer pode ser considerado um dos responsáveis, pois foi dos primeiros a explorar o filão com algum sucesso. Realizado no mesmo ano em que surge também o «Homem Aranha» de Sam Raimi, outro dos filmes que alavancou este género, o primeiro filme de «X-Men» acompanha a chegada de Wolverine (Hugh Jackman) e Rogue (Anna Paquin) à escola de mutantes do Professor Xavier (Patrick Stewart). A dupla chega num momento em que o arqui-rival de Xavier, o vilão Magneto (Ian McKellen), se prepara para declarar guerra à Humanidade.

Mesmo não sendo grande fã do género, como já por aqui referi, acho que o filme está muito bem conseguido e merece todos os créditos que teve há 11 anos quando foi considerado uma lufada de ar fresco nos filmes baseados em super-heróis de banda desenhada. A história está bem construída, pois quem apanha esta questão dos mutantes vs. humanos a meio, sem conhecer a BD, não fica à toa, tem boas personagens, tanto de um lado como do outro das facções rivais, e é um bom filme de entretenimento que conseguiu envelhecer bem. Mesmo os efeitos especiais continuam bons. Uma vez mais fiquei maravilhado com o trabalho feito com a personagem de Mystique (Rebecca Romijn-Stamos).

Por fim, no campo das interpretações, o grande destaque vai para os veteranos Stewart e McKellen, que além de estarem muito bem dão um outro ar a uma fita que se diria para um público mais novo. Pelo contrário Hugh Jackman, que parece tal e qual o mítico Wolverine, uma das personagens preferidas dos fãs da série, parece algo inseguro em algumas cenas. Talvez se deva ao facto de o seu Wolverine ser uma das suas primeiras grandes personagens. Hoje em dia, 11 anos após a estreia de «X-Men», é curioso ver a evolução do actor australiano, bem melhor do que na altura.

Nota: 4/5

Site do filme no IMDB

Maus como as cobras: Winslow / The Phantom

Winslow / The Phantom (William Finley), músico atraiçoado em «O Fantasma do Paraíso», de Brian De Palma

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Frase(s) que marcam um filme: O Gigante, de George Stevens (1956)

Leslie Benedict: Money isn't everything, Jett.
Jett Rink: Not when you've got it.