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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Banda Sonora: When I Live My Dream, de David Bowie

«When I Live My Dream», de David Bowie - Banda Sonora de «Boy Meets Girl», de Leos Carax

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Banda Sonora: Heroes, de The Wallflowers

«Heroes», de The Wallflowers (original de David Bowie) - Banda Sonora de «Godzilla», de Roland Emmerich

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Banda Sonora: Kooks, de David Bowie


«Kooks», de David Bowie - Banda Sonora de «Hanna», de Joe Wright

sábado, 24 de abril de 2010

domingo, 15 de novembro de 2009

Moon - O Outro Lado da Lua, de Duncan Jones (2009)

Grandes filmes não precisam de ser muito complicados. É o caso deste «Moon - O Outro Lado da Lua», a primeira obra de Duncan Jones, filho de David Bowie. E se Duncan continuar a assinar pérolas como esta, bem se pode começar a levar à letra o ditado «quem sai aos seus não degenera». Se bem que neste caso os dois pertencem a áreas distintas.

Mas falemos de «Moon», para mim um dos melhores filmes do ano e já tem um cantinho reservado no top 10 de 2009. É difícil falar da história deste filme sem desvendar muito. Por isso penso que basta referir que esta é a história de Sam Bell (Sam Rockwell), um astronauta ao serviço de uma empresa que controla a exploração de uma fonte de energia para o planeta Terra. A missão de três anos de Sam está prestes a terminar, faltam duas semanas, e estranhos acontecimentos ocorrem a bordo da estação lunar onde o astronauta se encontra, acompanhado apenas por um robot que muito provavelmente é familiar do computador HAL, de «2001: Odisseia no Espaço».

São apenas estas as duas personagens do filme. No caso do robot, apenas se houve uma voz, uma vez mais incrivelmente parecida com a de HAL, mas que pertence a Kevin Spacey. E mais não vale a pena contar, pois perdia o efeito surpresa do filme. E quem for à espera de encontrar um filme de ficção cientifica filosófico, ao género do já citado «2001» ou «Solaris», desengane-se, pois «Moon» faz-nos puxar pela cabecinha mas não tanto.

Em relação à interpretação, Sam Rockwell está muito bem, quase ao nível da sua presença em «Confissões de uma Mente Perigosa», de George Clooney. E seria um crime não nomeá-lo para Óscar para melhor actor. Mas isso já sou eu a exagerar, ou não. Quanto a Kevin Spacey, só o facto de nos fazer recordar o HAL, desta vez com expressões à smiley num ecrã, já vale a pena pagar o bilhete.

Uma grande estreia para Duncan Jones, que espero venha a provar estar à altura do pai no futuro.

Nota: 5/5

Site oficial do filme