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sábado, 12 de março de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Jean-Luc Godard ou François Truffaut?

Depois de uma semana de ausência, as noites de copos regressam ao «A Última Sessão». Para este mês vamos convidar realizadores europeus e para começar nada melhor do que Jean-Luc Godard e François Truffaut, dois monstros sagrados da Nouvelle Vague francesa. Até para aproveitar a estreia do documentário «Os 2 da (Nova) Vaga», de Emmanuel Laurent.

De um lado temos Jean-Luc Godard, que também acaba de 'estrear' por cá «Filme Socialismo». Com uma longa carreira de quase uma centena de filmes, entre longas e curtas, Godard estreou-se nos idos anos 1950 e continua a ser ainda hoje um dos cineastas mais prolíficos e inovadores do Cinema. Vindo da escola da revista francesa Cahiers du Cinema, tal como muitos outros realizadores da Nouvelle Vague, Godard mostrou ao que vinha em 1960, quando estreou a sua primeira longa-metragem: «O Acossado», com Jean-Paul Belmondo e Jean Seberg. Depois disso teve várias fases, das quais se destacam os filmes mais políticos dos anos 1960 e a experimentação com o vídeo mais tarde. Polémico e sempre activo, Godard sempre gostou de inovar nos seus filmes e provocou ódios e amores ao longo da sua carreira, continuando a ser uma grande referência para as novas gerações de cinéfilos e realizadores. Quentin Tarantino é um deles, que deu à sua produtora o nome de «A Banda Apart», um trocadilho com o título original de um dos clássicos do realizador francês.

Do outro temos François Truffaut. Tal como Godard, veio dos Cahiers du Cinema e juntos foram inseparáveis durante um longo período. A separação deu-se com a estreia de «A Noite Americana», filme considerado por Godard como traição. Polémicas à parte, Truffaut foi outro dos nomes grandes desta fase do cinema francês, tendo filmado em 1955 a sua primeira curta metragem. Mas é em 1959 que se torna conhecido, quando estreia «Os Quatro Centos Golpes», o primeiro de uma série de filmes autobiográficos protagonizados por Antoine Doinel, personagem interpretada pelo actor Jean-Pierre Léaud. Ao longo de 27 filmes conseguiu alternar entre filmes para o grande público e obras mais alternativas, com algumas aventuras fora de França. Faleceu precocemente em 1984, deixando um enorme legado à Sétima Arte. A sua herança passou também para inúmeros realizadores que foram beber à sua obra alguma inspiração. O exemplo mais conhecido é Steven Spielberg, que ofereceu ao realizador francês um papel no clássico «Encontros Imediatos em Terceiro Grau».

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destas duas lendas gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que as senhoras gostariam de beber.

A minha resposta: apesar de gostar muito dos dois, opto por François Truffaut, um dos meus realizadores favoritos de sempre. A pergunta que faria era qual o filme que nunca conseguiu realizar ou gostaria de ter realizado. Para beber, uma garrafa de vinho tinto.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Natalie Portman ou Scarlett Johansson?

Para terminar o mês dedicado às actrizes nesta rubrica, nada melhor do que juntar duas das mulheres mais belas que apareceram no cinema nos últimos anos: Natalie Portman e Scarlett Johansson.

Comecemos pela mais velha. Natalie Portman, nascida em 1981 começou a dar nas vistas logo na estreia (não contando com um curta-metragem anterior), ao participar no filme de culto «Léon, o Profissional», de Luc Besson. Aos 13 anos provou de imediato que era uma actriz criança bastante dotada. Felizmente não se perdeu, como muitos outros. Apesar de ter entrado sempre em filmes de grandes cineastas (Tim Burton, Michael Mann, Woody Allen) é em 1999 que volta a ter algum protagonismo, quando interpreta o papel de Amidala/Padme no primeiro episódio da série «Guerra das Estrelas: Ameaça Fantasma». A sua presença no grande ecrã tem sido uma constante e quase sempre em grandes interpretações. Conta com duas nomeações para os Óscares. A primeira recebida em 2005 para Melhor Actriz Secundária, pela sua participação em «Perto Demais», de Mike Nicholls. A segunda foi atribuída na edição deste ano, que vai ter lugar amanhã, e vem coroar a sua participação em «Cisne Negro», de Darren Aronofsky. Com ou sem cabelo, é uma das mais belas actrizes dos EUA e já experimentou estar por detrás das câmaras em duas ocasiões: na curta «Eve» e no segmento «Natalie Portman» do filme colectivo «New York, I Love You».

Do outro lado, mais uma das maiores belezas de Hollywood. Ao contrário de Natalie Portman, Scarlett Johansson ainda não caiu nas graças da Academia, mas não deixa de ser uma grande actriz. Curiosamente chegou ao grande ecrã no mesmo ano que a sua colega de profissão, ao participar no filme «North, o Puto Maravilha», de Rob Reiner. Mas foi apenas em 1997 que surge com algum destaque, quando entra no filme «O Encantador de Cavalos», de Robert Redford. No início da primeira década deste século começa a entrar em filmes um pouco mais alternativos que lhe dão um certo estatuto. Começou por uma breve e ousada participação em «O Barbeiro», dos irmãos Coen. Nesse mesmo ano entra no filme de culto «Ghost World - Mundo Fantasma», de Terry Zwigoff, ao lado de Thora Birch (actriz meio desaparecida que deu nas vistas em «Beleza Americana», de Sam Mendes). Desde então protagonizou filmes como «O Amor é um Lugar Estranho», de Sofia Coppola, ou «A Rapariga com Brinco de Pérola», de Peter Webber. Na segunda metade da década tornou-se uma das musas de Woody Allen, ao participar em três filmes do cineasta nova-iorquino. Tal como Portman, filmou uma curta-metragem: «These Vagabund Shoes».

Apesar de serem actrizes da mesma geração, apenas entraram juntas num filme: «Duas Irmãs, Um Rei», de Justin Chadwick.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destas duas senhoras gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que as senhoras gostariam de beber.

A minha resposta: esta dupla é das mais difíceis de escolher. Mas, como tem mesmo de ser, a escolher uma delas para beber um copo teria de optar por Natalie Portman, por ser uma das melhores actrizes da actualidade (não descurando a Scarlett) e porque a acompanho praticamente desde «A Ameaça Fantasma», filme onde 'me apaixonei' por ela. A pergunta era quando é que se lança a sério na realização. Para beber, uma garrafa de vinho branco.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Kim Basinger ou Michelle Pfeiffer?

Mais uma semana, mais duas convidadas. Para hoje as actrizes disponíveis são duas estrelas loiras que começaram a dar nas vistas nos anos 1980: Kim Basinger e Michelle Pfeiffer.

A primeira estreou-se em 1981, ao entrar no filme «Uma Mulher Ambiciosa», de David Greene, participando dois anos mais tarde em «Nunca Mais Digas Nunca», filme não oficial da série James Bond realizado pelo recentemente falecido Irvin Kershner. Durante essa década entrou ainda em filmes de Robert Altman, Barry Levinson, Adrian Lyne (no célebre «Nove Semanas e Meia») e Blake Edwards, entre outros. No final da década participa no primeiro «Batman» de Tim Burton. Continuou presente no grande ecrã durante grande parte da primeira metade da década de 1990 e em 1997 tem uma das suas melhores interpretações, que lhe valeu o seu único Óscar até hoje: Lynn Bracken, em «LA Confidential», de Curtis Hanson. Desde então a sua carreira tem sido de certa forma irregular.

Do outro lado temos Michelle Pfeiffer, outra actriz que chegou ao Cinema nos anos 1980, tendo participado em filmes icónicos como «Scarface - A Força do Poder», de Brian de Palma, «A Mulher Falcão», de Richard Donner, «Viúva...Mas Não Muito», de Jonathan Demme, ou «Os fabulosos Irmãos Baker», de Steve Kloves. Tal como Kim Basinger, também Pfeiffer entra num dos filmes da saga de Batman realizados por Tim Burton, interpretando o papel de Catwoman. Durante a década de 1990 e até ao início dos anos 2000 a sua presença no grande ecrã foi também regular e surge em filmes como «A Idade da Inocência», de Martin Scorcese, «Lobo», de Mike Nichols, ou «Mentes Perigosas», de John N. Smith. Enre 2003 e 2007 esteve afastada das telas, mas desde então têm sido vários os filmes onde dá um ar de sua graça. Um dos últimos papéis de relevo data de 2009, quando entrou em «Chéri», de Stephen Frears, onde mostrou que a beleza não tem idade. Ao longo da sua carreira foi nomeada para três Óscares («Contra Tudo», «Os Fabulosos Irmãos Baker» e «Ligações Perigosas») e saiu da cerimónia sempre de mãos a abanar.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destas duas senhoras gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que as senhoras gostariam de beber.

A minha resposta: Michelle Pfeiffer, por ser uma das actrizes que sobreviveu, e bem, aos anos 1980, continuando hoje a ser um símbolo de beleza em Hollywood. A pergunta que gostava de fazer era qual o papel que mais gostou de desempenhar ou gostaria de ter interpretado. Para beber, um copo de vinho tinto.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Audrey Hepburn ou Shirley MacLaine?

Para esta semana as duas convidadas são duas das mais belas actrizes do cinema norte-americano: Audrey Hepburn e Shirley MacLaine.

De um lado Audrey Hepburn, nascida na Bélgica era filha de um banqueiro inglês e de uma baronesa holandesa. Durante os primeiros anos de vida viveu na Europa, tendo sobrevivido aos dias tenebrosos da II Guerra Mundial na Holanda. Depois da libertação foi para Londres onde se tornou modelo e frequentou aulas de bailado antes de se tornar actriz. A sua estreia dá-se em 1948, no documentário «Nederlands in 7 lessen», de Charles Huguenot van der Linden e Heinz Josephson. Em 1951 entra no seu primeiro filme nos EUA: «Monte Carlo Baby», de Jean Boyer e Lester Fuller. Mas é em 1953 que se torna conhecida do grande público, ao protagonizar com Gregory Peck o filme «Férias em Roma», de William Wyller, papel que lhe dá o único Óscar da sua carreira. Audrey Hepburn entrou em cerca de 30 filmes, entre os quais «Sabrina», de Billy Wilder, «Guerra e Paz», de King Vidor, «My Fair Lady», de George Cuckor, e «Boneca de Luxo», de Blake Edwards. Depois de um abandono no final da década de 1960, a actriz voltou esporadicamente ao grande ecrã. A sua última aparição deu-se em 1989, no filme «Sempre», de Steven Spielberg. Viria a falecer em 1993, vítima de cancro.

Do outro temos Shirley MacLaine, mais uma das actrizes que marcaram o cinema nas décadas de 1950 e 1960. Irmã de Warren Beaty, um outro mito de Hollywood, Shirley também foi bailarina antes de se tornar actriz, como Audrey Hepburn. A sua estreia no cinema dá-se em 1955, quando entre em «O Terceiro Tiro», de Alfred Hitchcock. Um ano mais tarde entra na adaptação de «A Volta ao Mundo em 80 Dias» realizada por Michael Anderson. Nessa década e na seguinte entrou ainda em filmes como «Deus Sabe Quanto Amei», de Vincente Minnelli, «O Apartamento» e «Irma La Douce», de Billy Wilder, ou «Baloiço Para Dois», de Robert Wise. Depois desse período continuou presente em diversos filmes, tendo conquistado o seu primeiro Óscar apenas em 1983, pelo papel desempenhado em «Laços de Ternura», de James L. Brooks. Shirley MacLaine, que ainda está viva, nunca deixou a representação e volta e meia regressa ao grande ecrã. A última vez foi no ano passado, quando entrou em «Dia dos Namorados», comédia romântica de Garry Marshall. Ao longo da sua carreira obteve mais cinco nomeações para as estatuetas douradas.

Apesar de terem actuado praticamente na mesma altura, as duas apenas entraram uma vez no mesmo filme: «The Children's Hour», de William Wyler.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destas duas senhoras gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que as senhoras gostariam de beber.

A minha resposta: gosto das duas actrizes, mas se tivesse oportunidade de escolher uma para beber um copo escolheria Audrey Hepburn, pois é daquelas actrizes que enche o ecrã sempre que aparece num filme. E o primeiro que me vem à memória é a Holly Golightly de «Boneca de Luxo». Gostaria de lhe perguntar qual o papel que mais gostou de desempenhar e para beber um copo de tinto.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Veronica Lake ou Rita Hayworth?

Depois de um mês com grandes duplas de actores, é chegada a vez das divas. Em Fevereiro as sessões de copos vão ser dedicadas a algumas das melhores e mais belas actrizes do mundo. Para começar o mês as convidadas são Veronica Lake e Rita Hayworth.

De um lado temos a franja loira mais conhecida da Hollywood dos anos 1940. Veronica Lake, actriz que marcou aquela década mas acabou por desperdiçar o seu talento afogando-se no álcool, participou em filmes como «Aluga-se Esta Arma», de Frank Tuttle, «Casei com Uma Feiticeira», de René Clair, ou «The Blue Dahlia», de George Marshall. No início dos anos 1950 dedicou-se à televisão com pouco sucesso e começou a entrar em declínio. Ainda regressou ao grande ecrã no final da década de 1960, mas já não foi a tempo de voltar aos bons velhos tempos.

Do outro temos outra bomba sexual do período de Ouro do cinema norte-americano. A ruiva Rita Hayworth começou a sua carreira no início dos anos 1930 com o nome de Rita Cansino (o seu verdadeiro nome era Margarita Carmen Cansino). A primeira vez que adopta o nome pelo qual ficou conhecida na Sétima Arte foi em 1937, no filme «Criminals of the Air», de Charles C. Coleman. Quatro anos mais tarde, em 1941, tem o seu primeiro grande papel no filme «The Strawberry Blonde», de Raoul Walsh. Nesse ano protagoniza com Fred Astaire o musical «Nunca Serás Rico», de Sidney Lanfield. Mas é em 1946 que a bomba Rita explode, quando entra no filme «Gilda», de Charles Vidor e em «A Dama de Xangai», de Orson Welles. A partir daí as suas aparições começaram a diminuir, apesar de ter continuado a surgir em alguns filmes, mas de forma mais espaçada.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destas duas senhoras gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que as senhoras gostariam de beber.

A minha resposta: as duas estão na minha lista de actrizes preferidas, mas a ter de escolher uma escolheria Veronica Lake, pois acho que a sua carreira foi como um cometa nos anos 1940. E tem uma das franjas mais reconhecidas da História do Cinema, franja essa que terá inspirado mais tarde a personagem de Jessica Rabbit, em «Quem Tramou Roger Rabbit». A pergunta que faria era porque razão trocou o grande pelo pequeno ecrã. E para beber, uma garrafa de champanhe para os dois.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Robert De Niro ou Al Pacino?

Os convidados desta semana são dois actores que ainda hoje, apesar de alguns papéis menos dignos da sua faceta de mito, continuam a ser duas grandes figuras do Cinema. Apesar de se terem estreado nos anos 1960, foi a partir da década seguinte que começaram a dar cartas.

De um lado Robert De Niro, que foi durante muitos anos o actor fétiche de Martin Scorcese, tendo representado para o nova-iorquino as personagens de Johnny Boy («Os Cavaleiros do Asfalto»), Travis Bickle («Taxi Driver»), Jimmy Doyle («New York, New York»), Jake La Motta («Touro Enraivecido»), Rupert Pupkin («O Rei da Comédia»), James 'Jimmy' Conway («Tudo Bons Rapazes»), Max Cady («O Cabo do Medo») e Sam 'Ace' Rothstein («Casino»). Além destes papéis, destacou-se também em inúmeras outras obras, como «1900», de Bernardo Bertolucci, «O Padrinho II», de Francis Ford Coppola, ou «O Caçador», de Michael Cimino, entre outras. Durante a primeira década deste século continuou presente nos grandes ecrãs, mas com poucas personagens tão míticas como as que nos apresentou nas décadas anteriores.

Do outro lado Al Pacino, que também teve o seu período de ouro durante as últimas décadas do século XX, com a participação na saga «O Padrinho» e a interpretação de um outro gangster famoso: Tony Montana, no filme «A Força do Poder», de Brian De Palma. Além destes dois papelões, Al Pacino ascendeu ao estatuto de lenda pelas suas interpretações em «Serpico» e «Um Dia de Cão», de Sidney Lumet, «Perseguido Pelo Passado», também de Brian De Palma, ou «Heat - Cidade sob pressão», de Michael Mann. Nos filmes menores onde participou, conseguiu sempre sobressair, como no caso de «Perfume de Mulher», quando venceu o único Óscar até à data.

Apesar de serem dois dos grandes actores da geração de 1970/1980, por incrível que pareça os dois apenas contracenaram juntos em dois filmes: «Heat - Cidade sob Pressão» e em «A Dupla Face da Lei», de Jon Avnet. Os dois participaram no segundo episódio episódio de «O Padrinho», mas nunca contracenaram juntos.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.

A minha resposta é: Al Pacino. Apesar de apreciar o trabalho dos dois, opto por escolher o que tem um trabalho mais irregular e cuja presença no grande ecrã é menor do que o outro. Convidava-o para beber um copo de vinho tinto e perguntava-lhe qual foi o realizador com quem mais gostou de trabalhar.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Marlon Brando ou James Dean?

Para tomar um copo hoje temos mais dois actores convidados: Marlon Brando e James Dean, ambos nomes sonantes que surgiram dos anos 1950.

De um lado Marlon Brando, um dos maiores actores de sempre, que interpretou papéis como Don Corleone («O Padrinho», de Francis Ford Coppola), Marco António («Júlio César», de Joseph L. Mankiewicz), Stanley Kowalski («Um Eléctrico Chamado Desejo», de Elia Kazan) ou Coronel Kurtz («Apocalipse Now», de Francis Ford Coppola), entre muitos outros dignos de nota. Conhecido pela sua entrega na interpretação, Brando nunca foi uma figura livre de polémica ao longo da sua carreira que se prolongou até 2001. Tal como muitos outros mitos de Hollywood, o que não deixou de o colocar entre os melhores de sempre.

Do outro temos James Dean, uma das grandes lendas do Cinema norte-americano. Não só devido às suas interpretações (apenas três papéis principais - «A Leste do Paraíso», de Elia Kazan, «Fúria de Viver», de Nicholas Ray, e «O Gigante», de George Steven), mas devido à sua trágica morte aos 24 anos, vítima de acidente de automóvel, uma das suas paixões. Este incidente levou o jovem actor a receber o estatuto de mito que tinha tudo para ter uma carreira brilhante no mundo do Cinema.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.

A minha resposta é: mais uma complicada de escolher. Mas como nem todos os dias temos hipótese de conviver com um mito (nem que seja no campo das possibilidades), escolho James Dean. Convidava-o para beber uma imperial e perguntava-lhe qual o papel que mais gostou de interpretar na sua curta carreira.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Bela Lugosi ou Boris Karloff?

Para a segunda sessão de copos n' «A Última Sessão» mais uma dupla de actores míticos, desta vez do cinema de terror.

De um lado o húngaro Bela Lugosi, um dos primeiros a encarnar o Conde Drácula no grande ecrã, no clássico «Dracula» de Todd Browning. De realçar que já antes Lugosi tinha participado numa peça da Broadway onde interpretava a mesma personagem. Mais tarde voltou ao género, interpretando vários papéis de filmes baseados em Frankenstein. O actor húngaro terminou os seus dias a trabalha com o mítico Ed Wood.

Do outro Boris Karloff, que apesar do nome estranho nasceu em Inglaterra, cujo primeiro papel de relevo é o monstro Frankenstein, papel que diz-se estaria destinado inicialmente a Bela Lugosi. Este pequeno pormenor talvez tenha estado na origem de uma relação mais fria entre os dois, que chegaram a entrar juntos em vários filmes, incluindo filmes da série em causa. Como actor de filmes de terror, Karloff entrou ainda em «A Múmia», de Karl Freund.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.

A minha resposta é: esta é difícil, mas opto por Bela Lugosi, em primeiro lugar porque gosto bastante de Drácula. Quanto ao que gostava de perguntar, questionava-o sobre os métodos de trabalho de Ed Wood.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenneger?

Para estrear esta nova rubrica semanal dois pesos pesados do cinema de acção dos anos 1980/1990.

De um lado Sylvester Stallone, que conta com dois monstros sagrados do cinema de acção no currículo: Rocky Balboa e John Rambo. Além da sua participação em 56 filmes como actor, um dos quais realizado por Woody Allen («Bananas»), Stallone realizou 8 filmes. Fala-se na realização de uma sequela de «Os Mercenários», filme que juntou a nata da nata dos heróis de acção dos anos 1980 no ano passado, mas por enquanto ainda são só rumores.

Do outro Arnold Schwarzenneger. Agora que deixou o cargo de governador da Califórnia intérprete de «Exterminador Implacável» e «Conan e os Bárbaros» poderá voltar ao grande ecrã. Além de ter entrado em diversas fitas de acção, Schwarzenneger tentou a sua sorte em algumas comédias, mas o resultado não foi o melhor, com excepção de «Gémeos», onde o outro gémeo era...Danny DeVito. Também correm rumores que o austríaco se prepara para se sentar na cadeira de realizador. Cadeira que já ocupou em 1992 quando filmou o telefilme «Um Natal em Connecticut».

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.

A minha resposta é: bebia um bom whisky velho acompanhado de um charuto com Arnold Schwarzenneger e aproveitava para lhe perguntar os seus planos futuros. Ou o que achou da prestação de Adrien Brody no remake de «Predador».