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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Frase(s) que marcam um filme: Filhos da Noite. de Nicholas Ray


Mr. Hawkins, Wedding Chapel Proprietor: Son, I'd sure like that money. I'm old, and money's a real comfort to an old man. I believe in helping people get what they want as long as they pay for it. I marry people 'cos there's a little hope they'll be happy. But I can't take this money of yours. No sir. In a way I'm a thief just the same as you are, but I won't sell you hope when there ain't any

sábado, 22 de janeiro de 2011

Com quem gostaria de beber um copo: Marlon Brando ou James Dean?

Para tomar um copo hoje temos mais dois actores convidados: Marlon Brando e James Dean, ambos nomes sonantes que surgiram dos anos 1950.

De um lado Marlon Brando, um dos maiores actores de sempre, que interpretou papéis como Don Corleone («O Padrinho», de Francis Ford Coppola), Marco António («Júlio César», de Joseph L. Mankiewicz), Stanley Kowalski («Um Eléctrico Chamado Desejo», de Elia Kazan) ou Coronel Kurtz («Apocalipse Now», de Francis Ford Coppola), entre muitos outros dignos de nota. Conhecido pela sua entrega na interpretação, Brando nunca foi uma figura livre de polémica ao longo da sua carreira que se prolongou até 2001. Tal como muitos outros mitos de Hollywood, o que não deixou de o colocar entre os melhores de sempre.

Do outro temos James Dean, uma das grandes lendas do Cinema norte-americano. Não só devido às suas interpretações (apenas três papéis principais - «A Leste do Paraíso», de Elia Kazan, «Fúria de Viver», de Nicholas Ray, e «O Gigante», de George Steven), mas devido à sua trágica morte aos 24 anos, vítima de acidente de automóvel, uma das suas paixões. Este incidente levou o jovem actor a receber o estatuto de mito que tinha tudo para ter uma carreira brilhante no mundo do Cinema.

Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.

A minha resposta é: mais uma complicada de escolher. Mas como nem todos os dias temos hipótese de conviver com um mito (nem que seja no campo das possibilidades), escolho James Dean. Convidava-o para beber uma imperial e perguntava-lhe qual o papel que mais gostou de interpretar na sua curta carreira.