Mostrar mensagens com a etiqueta Joseph L. Mankiewicz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joseph L. Mankiewicz. Mostrar todas as mensagens
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Elizabeth Taylor (1932-2011)
Morreu Elizabeth Taylor, uma das maiores divas de Hollywood, conhecida tanto pelo seu talento e beleza como pela polémica vida que levou ao longo de 79 anos.Nascida a 27 de Fevereiro de 1932 no Reino Unido, apesar de ser filha de pais americanos, Elizabeth Taylor estreou-se no cinema aos 10 no filme «There's One Born Every Minute», de Harold Young. Posteriormente começou a participar em séries para um público juvenil, nomeadamente a célebre «Lassie». Na década de 1950 começa a ter alguns papéis em filmes de relevo, como «Ivanhoe», de Richard Thorpe, «Quo Vadis», de Mervyn LeRoy, «O Gigante», de George Stevens, ou «Gata em Telhado de Zinco Quente», de Richard Brooks. Nessa mesma década consegue as primeiras três de cinco nomeações para os Óscares.
Na década seguinte tem mais algumas das suas interpretações memoráveis, nomeadamente «BUtterfield 8», de Daniel Mann, «Cleopatra», de Joseph L. Mankiewicz, ou «Quem Tem Medo de Virginia Woolf?», de Mike Nichols. O primeiro e o último papel deram-lhe os seus dois únicos Óscares da carreira. A partir dos anos 1970 a sua presença no grande ecrã começa a diminuir e a sua última aparição dá-se em 2001, quando entra na série de TV «God, the Devil and Bob» e no telefilme «These Old Broads».
Apesar da sua beleza e talento, a vida fora das luzes da ribalta sempre foi polémica, em grande parte devido aos seus inúmeros casamentos e divórcios. Nos últimos anos tinha dado a cara em campanhas a favor da luta contra a Sida, tendo mesmo sido uma das primeiras celebridades a defender esta causa. As causas da morte de Elizabeth Taylor, que sofria de problemas cardíacos há alguns anos, ainda não foram desvendadas. Ficará para sempre na memória de muitos cinéfilos.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Com quem gostaria de beber um copo: Marlon Brando ou James Dean?
Para tomar um copo hoje temos mais dois actores convidados: Marlon Brando e James Dean, ambos nomes sonantes que surgiram dos anos 1950.De um lado Marlon Brando, um dos maiores actores de sempre, que interpretou papéis como Don Corleone («O Padrinho», de Francis Ford Coppola), Marco António («Júlio César», de Joseph L. Mankiewicz), Stanley Kowalski («Um Eléctrico Chamado Desejo», de Elia Kazan) ou Coronel Kurtz («Apocalipse Now», de Francis Ford Coppola), entre muitos outros dignos de nota. Conhecido pela sua entrega na interpretação, Brando nunca foi uma figura livre de polémica ao longo da sua carreira que se prolongou até 2001. Tal como muitos outros mitos de Hollywood, o que não deixou de o colocar entre os melhores de sempre.
Do outro temos James Dean, uma das grandes lendas do Cinema norte-americano. Não só devido às suas interpretações (apenas três papéis principais - «A Leste do Paraíso», de Elia Kazan, «Fúria de Viver», de Nicholas Ray, e «O Gigante», de George Steven), mas devido à sua trágica morte aos 24 anos, vítima de acidente de automóvel, uma das suas paixões. Este incidente levou o jovem actor a receber o estatuto de mito que tinha tudo para ter uma carreira brilhante no mundo do Cinema.
Apresentações feitas, chega o momento da verdade. Com qual destes dois cavalheiros gostariam de tomar um copo? E porquê? E já agora, que copo acham que os senhores gostariam de beber.
A minha resposta é: mais uma complicada de escolher. Mas como nem todos os dias temos hipótese de conviver com um mito (nem que seja no campo das possibilidades), escolho James Dean. Convidava-o para beber uma imperial e perguntava-lhe qual o papel que mais gostou de interpretar na sua curta carreira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
