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quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Tim Burton de regresso ao museu
No ano passado por esta altura o MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, recebeu a primeira grande exposição dedicada ao universo de Tim Burton. Agora o(s) mundo(s) do cineasta voltam a estar reunidos no mesmo espaço, desta vez em Toronto no Canadá. A partir da próxima sexta-feira, dia 26 de Novembro, e até 17 de Abril de 2011 a exposição vai estar patente no TIFF Bell Lightbox.Além das mais de 700 peças em exibição, desde desenhos a esculturas, passando por maquetes e vídeos, um dos destaques da mostra vai ser uma retrospectiva à carreira de Tim Burton. Este ciclo inclui, além da projecção das 14 longas do realizador, de «A Grande Aventura de Pee Wee» a «Alice no País das Maravilhas», e de duas que produziu («James e o Pêssego Gigante» e «O Estranho Mundo de Jack», ambos de Henry Selick) 16 filmes que o influenciaram. Todas as sessões são duplas.
Este é o programa:
«Alice no País das Maravilhas» (2010) e «Desperate Living», de John Waters (1977)
«O Homem Que Ri», de Paul Leni (1928) e «Batman» (1989)
«Vinte Mil Léguas Submarinas», de Richard Fleischer (1954) e «Charlie e a Fábrica de Chocolate» (2005)
«Ed Wood» (1994) e «Bride of the Monster», de Edward D. Wood Jr. (1955)
«Marty», de Delbert Mann (1955) e «Eduardo Mãos de Tesoura» (1990)
«Gojira», de Ishiro Honda (1954) e «Marte Ataca!» (1996)
«Nosferatu», de F.W. Murnau (1922) e «O Estranho Mundo de Jack», de Henry Selick (1993)
«First Men in the Moon», de Nathan Juran (1964) e «O Planeta dos Macacos» (2001)
«Horror of Dracula», de Terence Fisher (1958) e «A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça» (1999)
«Pintores e Raparigas», de Frank Tashlin (1955) e «A Grande Aventura de Pee Wee» (1985)
«Jason and the Argonauts», de Don Chaffey (1963) e «James e o Pêssego Gigante», de Henry Selick (1996)
«Repulsa» de Roman Polanski (1965) e «Batman Regressa» (1992)
«Theatre of Blood», de Douglas Hickox (1973) e «Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street» (2007)
«O Mundo Perdido», de Harry O. Hoyt (1925) e «A Noiva Cadáver» (2005)
«O Fantasma Apaixonado», de Joseph L. Mankiewicz (1947) e «O Grande Peixe» (2003)
«8 1/2», de Federico Fellini (1963) e «Os Fantasmas Divertem-se» (1988)
Mais informações sobre a exposição neste link. Para quem não poder ir fica um cheirinho do que poderá ser visto em Toronto:
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, de Tim Burton (1999)
Tim Burton é daqueles realizadores que consegue, nos dias de hoje, ter uma imagem que nos faz reconhecer os seus filmes à distância. Ambientes negros, cenários góticos e personagens inadaptadas são as principais características das suas obras, que acabaram por lhe dar uma enorme legião de fãs. «A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça» faz parte da sua filmografia mais negra. É também mais uma das suas colaborações com Johnny Depp, a terceira, actor que faz parte de um grupo que normalmente integra os filmes de Tim Burton e a par de Helena Bonham Carter, esposa do realizador, é um dos actores mais presentes neste universo bastante peculiar.Passado no final do século XVIII (é curioso vermos as personagens falarem da chegada do novo século da mesma forma que em 1999, o ano deste filme, se aguardava com um misto de surpresa e euforia a chegada do ano 2000), «A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça» leva o polícia Ichabod Crane (Johnny Depp) à localidade de Sleepy Hollow, onde tem de investigar uma série de homicídios levados a cabo por um cavaleiro sem cabeça (Christopher Walken), que dá nome à lenda. De início céptico, devido à sua fé na ciência, Ichabod acaba por se aperceber que a estranha personagem existe de facto e fica enredado numa conspiração que envolve grande parte da população de Sleepy Hollow e uma boa dose de bruxaria.
Com um argumento destes, baseado num livro de Washington Irving, Tim Burton sente-se em casa e consegue fazer uma bela obra, que mistura tons de suspense e alguns pozinhos de terror, muito ao estilo do realizador. A banda sonora do seu cúmplice Danny Elfman também ajuda a criar um ambiente de certa forma sombrio e vai muito ao encontro do que se pretende num filme destes. Johnny Depp, uma vez mais, interpreta uma daquelas personagens que aparentemente só ele consegue interpretar nos filmes de Burton, com os seus tiques específicos que veremos mais tarde aprofundados em filmes como «Charlie e a Fábrica de Chocolate» ou «Alice no País das Maravilhas».
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Tim Burton lidera júri de Cannes
Tim Burton vai ser o próximo presidente do júri do Festival de Cannes, que este ano decorre entre 12 e 23 de Maio. A presença do realizador de «Eduardo Mãos de Tesoura» à frente do júri de Cannes vai ocorrer pouco depois da estreia da sua próxima obra, uma adaptação de «Alice no País das Maravilhas» que tem estreia prevista para Março.Para Tim Burton o convite para presidir ao júri do Festival de Cannes, cargo desempenhado em 2009 por Isabelle Hupert, foi um sonho tornado realidade, admitiu em comunicado. Os nomes dos restantes oito membros do júri vão ser divulgados em Abril.
Aos 51 anos Tim Burton, realizador que criou um ambiente muito peculiar nos seus filmes, entre os quais as duas primeiras grandes adaptações de Batman ao grande ecrã, vê a sua carreira atingir o reconhecimento entre os pares. Em 2007 recebeu um Leão de Ouro em Veneza pela sua carreira e no final de 2009 o Museum of Modern Art de Nova Iorque inaugurou uma exposição, patente até ao próximo dia 28 de Abril, dedicada ao realizador, com ilustrações, pinturas e fotografias.
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