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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Em Cartaz: Semana 09/02/2012

Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma (3D), de George Lucas
Detenção de Risco, de Daniel Espinosa
A Dama de Ferro, de Phyllida Lloyd
O Que Há de Novo no Amor?, de Mónica Santana Baptista, Rui Santos, Hugo Martins, Tiago Nunes, Hugo Alves e Patrícia Raposo
Paixão, de Margarida Gil
Prometo Amar-te, de Michael Sucsy

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, de Steven Spielberg (1981)

Já não há heróis como antigamente. Foi isto que me veio à cabeça quando voltei a ver «Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida», o primeiro filme do arqueólogo mais famoso da Sétima Arte. E, diga-se de passagem, um dos meus heróis de infância. Apesar de já não me lembrar bem do filme, nem quando o terei visto pela última vez, regressar a este universo é sempre bom.

Estávamos em 1981, Steven Spielberg tinha uma carreira assente em dois grandes filmes («Tubarão» e «Encontros Imediatos de Terceiro Grau») e um fiasco («1941, Ano Louco em Hollywood») quando se lembrou de revisitar os filmes de aventuras que tinha visto em criança. Com a ajuda de George Lucas (produtor) e Lawrence Kasdan (argumentista) cria Indiana Jones (Harrison Ford em excelente forma), um arqueólogo intrépido sempre em busca de tesouros míticos e ao mesmo tempo professor universitário que não parece ser o aventureiro.

E as aventuras de Indy começam em grande, em plena selva sul americana acompanhamos o arqueólogo, ao lado de um muito novo Alfred Molina, na busca de uma estatueta. Logo aí encontramos uma das cenas mais famosas da trilogia (como adepto fanático da série original, deixo de fora o quarto capítulo que não gostei muito): a corrida em frente da bola de pedra prestes a esmagá-lo. Depois é sempre a subir em termos de acção. Tirando a cena na universidade, quando Indiana Jones recebe (por assim dizer) a sua missão: descobrir a Arca Aliança antes dos nazis.

Para tal tem de combater os nazis e o seu rival (um outro arqueólogo mercenário como Indy, mas sem escrúpulos) com a ajuda da sua apaixonada Marion (Karen Allen) e do amigo Sallah (John Rhys-Davies), enfrentando perigos em cenários também míticos, do Nepal a uma ilha grega, passando pelo Egipto.

E com todos estes ingredientes, Steven Spielberg assina uma das suas grandes obras e consegue cumprir o seu objectivo principal: replicar os filmes de aventura clássicos. Já para não falar da famosa banda sonora de John Williams, que deverá ser uma das mais conhecidas e trauteadas de sempre, tal como a da Guerra das Estrelas.

Para recordar, fica um vídeo com as primeiras cenas do filme.



Nota: 5/5

Site oficial da saga

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Bom cinema de volta à RTP 2

O Cinco Noites Cinco Filmes da RTP 2 deixou muitas saudades aos cinéfilos portugueses e foi uma grande perda para a televisão em Portugal. Mas parece que está de volta. Não sei se é para voltar ou não, mas tanto nesta como na semana passada o segundo canal do Estado passou filmes todos os dias, há hora do antigo programa. Na semana passada foi a vez de filmes como «Outland», «No Limiar da Realidade» ou «Terra da Abundância».

Esta semana começou já com «Harry, o Implacável» e vai prosseguir com «Lolita», «Blow-Up», «Laranja Mecânica» e «THX 1138», o filme de culto de George Lucas. Esperemos que estes ciclos sejam para continuar, pois ver cinema em televisão por cá é cada vez mais complicado. E na 2 sempre temos a vantagem de não sermos incomodados com publicidade.