O Panda do Kung Fu 2, de Jennifer Yuh
Hadewijch, de Bruno Dumont
A Vida, Acima de Tudo, de Oliver Schmitz
X-Men: O Início, de Matthew Vaughn
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Kalidor: A Lenda do Talismã, de Richard Fleischer (1985)
Em primeiro lugar, e antes de começar o texto, uma dúvida: porque carga de água é que um filme com o título original de «Red Sonja», o nome da personagem principal, tem como título em português «Kalidor: A Lenda do Talismã»? Sendo que Kalidor é uma personagem secundária da trama, não faz muito sentido, mas as traduções dos títulos para português sempre me intrigaram. Esta é só mais uma.A razão deve ser o facto de o tal Kalidor ser interpretado por Arnold Schwarzenneger, que em 1985 estava a dar os primeiros passos como uma das maiores lendas de acção da década, pois já tinha no currículo dois Conans e o primeiro Exterminador Implacável e no mesmo ano chegou o mítico «Comando». E Kalidor bem podia ser um primo afastado de Conan, encarregue de ajudar a heroína Red Sonja, em português Sónia de Fogo, interpretada por Brigitte Nielsen, naquele que seria o seu primeiro papel no cinema. Aqui está irreconhecível, pois tem o cabelo ruivo e não loiro, como o conhecemos.
«Kalidor: A Lenda do Talismã» segue as aventuras de Red Sonja para vingar a morte da sua família às mãos da malvada Rainha Greden (Sandahl Bergman). De realçar que a vilã também foi uma das responsáveis pela morte da irmã de Sonja, quando roubou um estranho talismã que tem poderes para destruir o mundo. Para a ajudar na missão de vingança e para salvar o mundo, Red Sonja conta com a ajuda de Kalidor, do pequeno Príncipe Tarn (Ernie Reyes Jr.) e do seu ajudante Falkon (Paul Smith).
Para quem gosta do cinema como arte, este filme é de evitar, sobretudo porque a dupla protagonista não é das melhores. O sotaque não ajuda muito. Mas para quem gosta de ver filmes e não se importa de ver filmes que sabe há partida que não são grande coisa, apenas por curiosidade, «Kalidor: A Lenda do Talismã» acaba por ser uma agradável surpresa. É um bom filme de aventuras dos anos 1980, com todos os ingredientes no sítio, desde que não seja levado muito a sério. A banda sonora assinada por Ennio Morricone é muito boa, com todos os elementos conhecidos da sua obra, e os próprios efeitos especiais estão bem conseguidos, se tivermos em conta o ano em que foi feito. Em suma, este é um filme para ver sem preconceitos. E para quem ficar fã, está prevista a estreia de um remake de «Red Sonja». Tendo em conta a qualidade média dos remakes, é de ter medo.
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Frase(s) que marcam um filme: Delírio em Las Vegas, de Terry Gilliam (1998)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Em Cartaz: Semana 02/06/2011
Carlos, de Olivier Assayas
Perigo Online, de David Schwimmer
A Lenda de Felix Bush, de Aaron Schneider
A Ressaca - Parte II, de Todd Phillips
Perigo Online, de David Schwimmer
A Lenda de Felix Bush, de Aaron Schneider
A Ressaca - Parte II, de Todd Phillips
Etiquetas:
Aaron Schneider,
David Schwimmer,
Em Cartaz,
Olivier Assayas,
Todd Phillips
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
O Homem do Tempo, de Gore Verbinski (2005)
Nos últimos anos a carreira de Nicholas Cage tem andado meio perdida num turbilhão de filmes de acção que nos deixam saudades dos seus bons velhos tempos. Contudo nem sempre os filmes que tem feito são de deitar fora. Pelo menos no que toca a sua interpretação. E «O Homem do Tempo», realizado por Gore Verbinski entre os dois primeiros episódios da saga «Piratas das Caraíbas», é um dos exemplos que mostram que Cage quando quer ainda consegue ser um bom actor.A interpretação de Cage é aliás a melhor parte de «O Homem do Tempo», a história de David Spritz, o apresentador da meteorologia de um canal de Chicago que tem a oportunidade de ir trabalhar para uma televisão nacional em Nova Iorque. Só que se a sua carreira está de vento em popa, a sua vida pessoal nem por isso. Além de passar a vida a levar com comida em cima quando está na rua, David tem de lidar com a doença do pai e com uma separação que tenta a todo o custo evitar.
«O Homem do Tempo» não é um grande filme, mas vê-se bem, apesar de ter passado meio despercebido. É uma oportunidade de ver Nicholas Cage num papel diferente do que nos tem habituado nos últimos nos e em grande nível, acompanhado por dois bons secundários: Hopes Davis, que interpreta a sua esposa, e Michael Caine, o pai.
Nota: 3/5
Site oficial do filme
Etiquetas:
Crítica,
Gore Verbinski,
Hope Davis,
Michael Caine,
Nicholas Cage
sábado, 28 de maio de 2011
Delírio em Las Vegas, de Terry Gilliam (1998)
«Delírio em Las Vegas», de Terry Gilliam, é a adaptação cinematográfica do livro homónimo escrito por Hunter S. Thompson, jornalista especializado num género jornalístico denominado Gonzo. O livro nasceu de duas reportagens escritas por Thompson, publicadas na Rolling Stone: a primeira sobre uma corrida de motas no deserto do Nevada, perto de Las Vegas, e a segunda sobre uma convenção de procuradores distritais sobre droga. E é droga o que alimenta as duas personagens de «Delírio em Las Vegas»: Raoul Duke (Johnny Depp), um alter-ego do jornalista, e Dr. Gonzo (Benicio del Toro), o seu advogado e companheiro de viagem.O livro em si já é bastante sui generis, pois tanto a corrida como a convenção são apenas pretextos para as reportagens, que acabam por se centrar na utilização de drogas por parte da dupla do que nos temas originais, e eventualmente numa espécie de análise deturpada ao Sonho Americano no ano de 1971, com Richard Nixon no auge do poder e os EUA na ressaca do Verão do Amor. A adaptação adivinhava-se assim complicada, mas este universo assenta como uma luva na visão de Terry Gilliam, que assina aqui um dos seus melhores filmes e uma obra de culto do final dos anos 1990.
Não só a dupla tem uma prestação muito boa (sobretudo Depp, que tem aqui com uma das suas personagens mais bem conseguidas), com os seus devaneios e delírios causados pelas drogas que trazem com eles, mas também os ambientes criados para os cenários se adequam bem às suas alucinações. Lembro-me de ter visto este filme há alguns anos atrás e ter gostado bastante, apesar de o ter considerado já uma obra bastante estranha. A segunda visualização veio confirmar esta faceta estranha do filme, mas já não gostei tanto como da primeira vez. Mas não deixa de ser um óptimo filme sobre os efeitos das drogas e uma outra forma de ver a realidade, incluindo a realidade história retratada nas reportagens de Hunter S. Thompson e no filme de Terry Gilliam.
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
Etiquetas:
Benicio del Toro,
Crítica,
Johnny Depp,
Terry Gilliam
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Jovens em Delírio, de Ben Stiller (1994)
Ben Stiller é mais conhecido pela sua carreira de actor, tendo entrado sobretudo em comédias, algumas bastante idiotas e pouco recomendáveis. Mas também tem no seu longo currículo em Hollywood quatro longas-metragens como realizador. A estreia deu-se em 1994 com «Jovens em Delírio», um filme que relata a história de quatro amigos que acabam de sair da faculdade e entram de rompante num mundo novo, onde já começam a ter algumas responsabilidades como adultos, mas ao mesmo tempo ainda são demasiado novos para terem o peso do mundo nos seus ombros.A personagem central é Lelaina Pierce (Winona Ryder, quando ainda se encontrava no topo da sua carreira, antes de se perder), a melhor aluna da faculdade que quer fazer um documentário com os seus amigos e vai filmando a vida dos quatro através da sua câmara, como se fosse um vídeo caseiro. Os restantes amigos, com quem partilha casa, são também exemplos de jovens com dificuldades em entrar na idade adulta, cada uma com as suas características. Assim, temos Lelaina, que tem boas perspectivas de vida mas acaba por se desiludir, o seu melhor amigo Troy Dyer (Ethan Hawke), que sonha ter uma vida de artista com a sua banda sem grandes preocupações, a sua melhor amiga Vickie (Janeane Garofalo), que parece ser a mais despistada mas é a que melhor se safa, e Sammy (Steve Zahn), que não sabe o que fazer à vida.
Apesar de ter sido considerado na altura da estreia como uma comédia, «Jovens em Delírio» acaba por ser um filme sério sobre a entrada na idade adulta, com todas as dores de crescimento, se assim se pode dizer, que afectam quem descobre que o mundo não é tão fácil como parece quando estamos protegidos. E para quem está na idade dos 20 aos 30 anos é bastante fácil identificar-se com estas personagens, pois os problemas da altura, por incrível que pareça, são os mesmos de hoje. Basta ver a sequência das várias entrevistas de Lelaina, cujas respostas vão do tem demasiada experiência para o cargo ao não tem qualificações para o posto, apesar de ela querer experimentar novas áreas dentro da mesma profissão.
A estreia de Ben Stiller, apesar de não ser um grande filme, foi bem conseguida e é um dos melhores filmes que realizou, pois conseguiu captar bem aquela geração e as dificuldades da altura. O próprio está bem no seu papel, um namorado de Lelaina, tornando-se um daqueles exemplos de actores de comédia que ficam se dão bem melhor quando interpretam papéis sérios.
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
Etiquetas:
Ben Stiller,
Crítica,
Ethan Hawke,
Janeane Garofalo,
Steve Zahn,
Winona Ryder
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Em Cartaz: Semana 26/05/2011
Destino Infernal, de Patrick Lussier
A Árvore da Vida, de Terrence Malick
América, João Nuno Pinto
Banksy - Pinta a Parede!, de Banksy
Nada a Declarar, de Dany Boon
A Árvore da Vida, de Terrence Malick
América, João Nuno Pinto
Banksy - Pinta a Parede!, de Banksy
Nada a Declarar, de Dany Boon
Etiquetas:
Banksy,
Dany Boon,
Em Cartaz,
João Nuno Pinto,
Patrick Lussier,
Terrence Malick
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Na América, de Jim Sheridan (2003)
Sete filmes. É este o currículo de Jim Sheridan, escasso número que vem provar que não são precisos muitos filmes para fazer um bom realizador. Tal como nas suas obras anteriores a «Na América», este filme remete para a Irlanda natal de Sheridan. Neste caso é a história de uma família de imigrantes (um casal com duas filhas pequenas) que chega a Nova Iorque para esquecer a morte de um outro filho e à procura de uma vida melhor.Se de início a adaptação é difícil, num país diferente e num apartamento situado num edifício conhecido por albergar drogados, aos poucos o casal começa afastar todos estes fantasmas, presentes e passados, e consegue alcançar o tão almejado sonho americano. «Na América» é um belo conto de fadas moderno, narrado por uma das filhas do casal, que acredita contar com a ajuda do irmão mais novo, o tal que morreu, para alcançar alguns dos desejos da família.
«Na América» é um filme bastante simples, que não cai no facilitismo de puxar pelas lágrimas (apesar de não faltarem oportunidades para o fazer), e é um daqueles filmes que nos mostram que a magia do cinema está na história, que rendeu a Jim, Naomi e Kirsten Sheridan uma nomeação para Melhor Argumento Original, sem ser necessário recorrer a grandes efeitos especiais. Que neste caso nem existem.
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)




































