O Último Reduto, de Jonathan English
A Casa dos Sonhos, de Jim Sheridan
Os Famosos e os Duendes da Morte + Voodoo, de Esmir Filho
Millennium 3 - A Rainha no Palácio das Correntes de Ar, de Daniel Alfredson
Os Bem-Amados, de Christophe Honoré
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Frase(s) que marcam um filme: Rubber - Pneu, de Quentin Dupieux (2010))
Lieutenant Chad: In the Steven Spielberg movie E.T., why is the alien brown? No reason. In Love Story, why do the two characters fall madly in love with each other? No reason. In Oliver Stone's JFK, why is the President suddenly assassinated by some stranger? No reason. In the excellent Chain Saw Massacre by Tobe Hooper, why don't we ever see the characters go to the bathroom or wash their hands like people do in real life? Absolutely no reason. Worse, in The Pianist by Polanski, how come this guy has to hide and live like a bum when he plays the piano so well? Once again the answer is, no reason. I could go on for hours with more examples. The list is endless. You probably never gave it a thought, but all great films, without exception, contain an important element of no reason. And you know why? Because life itself is filled with no reason. Why can't we see the air all around us? No reason. Why are we always thinking? No reason. Why do some people love sausages and other people hate sausages? No fucking reason.Cop Xavier: Come on! Don't waste your time explaining that garbage. Let's go!
Lieutenant Chad: Just a minute, let me finish. Ladies, gentlemen, the film you are about to see today is an homage to the "no reason" - that most powerful element of style.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Em Cartaz: Semana 22/09/2011
Amor, Estúpido e Louco, de Glenn Ficarra e John Requa
Killer Elite - O Confronto, de Gary McKendry
O Caçador de Trolls, de Andre Øvredal
Post Mortem, de Pablo Larraín
A Morte de Carlos Gardel, de Solveig Nordlund
Os Olhos de Julia, de Guillem Morales
Uivo, de Rob Epstein e Jeffrey Friedman
Killer Elite - O Confronto, de Gary McKendry
O Caçador de Trolls, de Andre Øvredal
Post Mortem, de Pablo Larraín
A Morte de Carlos Gardel, de Solveig Nordlund
Os Olhos de Julia, de Guillem Morales
Uivo, de Rob Epstein e Jeffrey Friedman
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Quando o Cinema inspira videoclips: Black Mirror, de Arcade Fire
Música: «Black Mirror»
Artista: Arcade Fire
Álbum: «Neon Bible»
Ano: 2007
Realizador: Olivier Groulx e Tracy Maurice
Inspiração: Cinema Mudo
Para quem quiser, há uma versão interactiva deste vídeo, que permite interagir com os elementos da música. Esta excelente experiência, algo que a banda canadiana nos tem vindo a habituar a cada novo álbum lançado, foi feita por Vincent Morisset e pode ser vista aqui.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
A Última Sessão fora de portas: Os 10 Filmes da Minha Vida
A minha mais recente participação em iniciativas promovidas por outros bloggers já está on-line. Desta vez o convite partiu do blogue «Keyzer Soze's Place», do Sam (que nada tem a ver com a rubrica com o mesmo nome da edição portuguesa da revista Total Film), que pediu a vários autores de blogues de Cinema e não só que apresentassem a lista dos 10 filmes da nossa vida. Como todas as listas, seja de que tema for, esta é um pouco subjectiva e reflecte um conjunto de obras que me marcaram por uma ou outra razão específica e poderão muito bem mudar numa outra altura da minha vida. Por enquanto, aquela dezena de títulos é a que mais me diz enquanto cinéfilo. Podem consultá-la aqui e quem não conhecer o blogue do Sam, aconselho-o vivamente.
sábado, 17 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Em Cartaz: Semana 15/09/2011
Cuidado Com o Que Desejas, de David Dobkin
Spy Kids 4D - Todo o Tempo do Mundo, de Robert Rodriguez
Meia-Noite Em Paris, de Woody Allen
Spy Kids 4D - Todo o Tempo do Mundo, de Robert Rodriguez
Meia-Noite Em Paris, de Woody Allen
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Quando o Cinema inspira videoclips: Otherside, de Red Hot Chili Peppers
Música: «Otherside»
Artista: Red Hot Chili Peppers
Álbum: «Californication»
Ano: 1999
Realizador: Jonathan Dayton e Valerie Faris
Inspiração: Expressionismo Alemão
A propósito deste excelente videoclip, realizado pela dupla que criou o também extraordinário «Little Miss Sunshine», recomendo-vos que acompanhem o ciclo deste mês do blogue «Tertúlia de Cinema» dedicado ao género que inspirou este vídeo.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
A Última Sessão fora de portas: Planos
A convite de João Palhares, do blogue Cine Resort, fui convidado a participar numa iniciativa onde nos pede para escrevermos sobre um plano que nos diga algo. A minha escolha incidiu sobre o plano sequência inicial de «A Sede do Mal», de Orson Welles, e o respectivo texto pode ser lido aqui. Aproveito para vos convidar a conhecerem o blogue do João Palhares, caso ainda não conheçam, e a darem uma espreitadela nos textos dos outros bloggers que já participaram na iniciativa. A lista encontra-se na barra lateral esquerda.
domingo, 11 de setembro de 2011
MOTELx: Burke and Hare, de John Landis (2010)
Se John Carpenter esteve 10 anos sem realizar, um outro John, de seu apelido Landis e também com alguns bons momentos cinematográficos realizados na década de 1980, também esteve uma boa temporada afastado da cadeira de realizador. Pelo menos para cinema, pois tal como Carpenter, também Landis filmou dois episódios para a série «Masters of Horror». Além destas duas aventuras John Landis esteve entretido com outros projectos para TV e um documentário. O seu regresso ocorreu no ano passado com a comédia negra «Burke and Hare», um dos últimos filmes a ser projectado na edição deste ano do MOTELx.Protagonizado por William Burke (Simon Pegg) e William Hare (Andy Serkis, que desta vez interpreta uma personagem de carne e osso), o filme aborda um episódio real ocorrido na Escócia do século XIX, quando esta dupla de fura vidas descobre que consegue ganhar dinheiro a vender cadáveres para os docentes da Universidade de Medicina de Edimburgo dissecarem nas suas aulas. Os problemas começam a surgir quando as mortes naturais escasseiam na cidade escocesa e Burke e Hare têm de arranjar um 'produto' que é cada vez mais procurado.
Através de um humor negro, bastante ao estilo britânico, John Landis conta as desventuras destes pobres diabos à medida que o negócio prospera até que as autoridades começam a desconfiar. A premissa para «Burke and Hare» e o elenco reunido, muitos deles conhecidos de quem está habituado a produções britânicas para TV e mesmo para Cinema, mereciam melhor resultado. O filme consegue arrancar algumas boas gargalhadas e está exagerado q.b. para que tal aconteça, mas a forma como Landis conta esta história peca pela falta de fluidez, tornando o filme quase um amontoado de cenas mal ligadas ou ligadas um pouco à pressa. Ao contrário de Carpenter, este era também um regresso aguardado, mas o resultado final acaba por desiludir.
Nota: 3/5
Site do filme no IMDB
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O Nascimento de Uma Nação, de David W. Griffith (1915)
Épico é a palavra indicada para descrever «O Nascimento de Uma Nação», muito provavelmente o primeiro grande filme da História do Cinema. Em quase todos os aspectos pois se não fosse a segunda metade e as ideias que aí se defendem, seria bem melhor. Realizado em 1915 por David W. Griffith e com cerca de três horas de duração, o filme não é, como o título poderá indicar, a História dos EUA, mas o retrato do período em que os EUA se tornaram o país que hoje é: uma federação de estados unida depois de uma Guerra Civil que deixou marcas bastante profundas no país.Este período mais negro da História dos EUA é contado por Griffith através de duas famílias, uma do Norte e outra do Sul, que estão ligadas por laços de amor e amizade. «O Nascimento de Uma Nação» é um grande e muito bom filme, sobretudo na primeira metade, quando aborda a guerra. A forma como foram recriadas algumas batalhas é assombrosa se nos lembrarmos que estamos a falar de um filme feito em 1915. E além da história que nos é contada, baseada no romance «The Clansman», de Thomas E. Dixon, Griffith recriou alguns episódios verdadeiros que ocorreram na época retratada com a ajuda de relatos da altura.
O problema de «O Nascimento de Uma Nação» é a segunda metade. Depois do fim do conflito, que deu vitória ao Norte e marcou o princípio do fim da escravatura, o filme passa a centrar-se no Sul. E aqui começa a ganhar contornos racistas. De início os recém libertados negros, que conquistam o poder, são retratados bastante negativamente e a solução para 'libertar' o Sul desta 'anarquia' (termo utilizado no filme) é o Ku Klux Klan, um grupo supremacista branco ainda hoje existente nos EUA.
É este o grande problema desta obra-prima do Cinema, que já na altura da estreia provocou polémica e levou David W. Griffith a esgrimir argumentos com os críticos, escudando-se com a liberdade de expressão. Isso é visível numa mensagem que o realizador resolveu colocar num entre-título antes do filme começar. Uma mancha que, contudo, não tira o mérito artístico a «O Nascimento de Uma Nação». Não fosse precisamente esta segunda metade e as ideias propagadas e eu daria uma nota superior. Mas não consigo gostar mais de um filme com tais argumentos, apesar de recomendar a sua visualização, pois é de facto um grande filme e pode ser visto completo no link abaixo.
Nota: 4/5
Site do filme no IMDB
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